TRT e PMMG assinam termo de cooperação técnica em segurança. Assojaf/MG esteve presente.

O presidente do TRT-MG, desembargador Marcus Moura Ferreira, e o comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), coronel Helbert Figueiró de Lourdes, assinaram termo de cooperação técnica entre as instituições, que visa a atuação coordenada para planejamento de ações preventivas e corretivas de segurança pessoal e patrimonial. Além disso, prevê intercâmbio de informações e ações de treinamento e de formação relacionadas à segurança institucional.

O documento foi assinado na tarde desta segunda-feira (12), no gabinete da Presidência do Tribunal, em solenidade que reuniu desembargadores e servidores que compõem a administração do TRT-MG e representantes da PMMG e de associações de magistrados e servidores.

Em seu discurso, o presidente do TRT-MG afirmou ser fundamental a cooperação ativa entre Poder Judiciário e órgãos de segurança pública para que seja efetivado um programa realista de proteção aos magistrados, servidores e demais pessoas que buscam a Justiça do Trabalho mineira. “A assinatura deste termo de cooperação vai ao encontro dessas medidas e se alinha à perspectiva de que um ambiente seguro desempenha um papel relevante para resguardar a prestação jurisdicional”, completou. (Veja o discurso na íntegra)

O comandante-geral da PMMG disse ser uma satisfação trabalhar junto com o TRT-MG. “A Justiça do Trabalho cumpre um relevante papel social, porque atua muito próximo à população. E cumpre à Polícia Militar, dentro de sua missão constitucional, atuar onde o povo está”, declarou.

Assista às entrevistas que o presidente do TRT-MG e o comandante-geral da PMMG deram à TV TRT-MG.

A Assojaf/MG esteve presente na cerimônia de celebração do convênio, representada pelo seu presidente, Hebe-Del Kader e o diretor jurídico, Welington Gonçalves. Em conversa  com o Dr. Paulo Haddad, responsável pelo setor de segurança do regional, uma reunião será agendada o mais breve possível para tratar especificamente sobre a segurança dos Oficiais de Justiça no exercício de suas atividades.

FONTE: TRT3, com acréscimos da Assojaf/MG.